Machu Picchu - A cidade perdida dos Incas



 A cidade perdida de Machu Picchu

Conforme já relatado, este post é somente uma forma de expressar a minha admiração e fascinação por Machu Picchu.
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Águas Calientes. Acordamos às 4 da manhã e nos dirigimos até o ponto de compra do bilhete para o ônibus que leva até a entrada do Santuário; O translado ida e volta custa U$18,00.
A fila estava imensa para comprar o bilhete, então, o lado andarilho foi iniciado e optamos por ir caminhando morro acima; A caminhada é cansativa, para pessoas que não estão acostumadas, não recomendo a “bronca”.
Acredito que levamos uma hora em ritmo constante ( na pressão alta, como diria “Zé Prequeté” (https://www.youtube.com/watch?v=WnuB7RSwfqo)

Chegamos ao portão principal de MP as 05h40min da manhã; 

As 06h00min, hora de abertura do parque, entramos e já fui me posicionando em um local estratégico para as fotos.


Neste momento fiquei desapontado, pois não era possível visualizar absolutamente nada!
Após alguns minutos, a mágica aconteceu; A cidade perdida foi apresentada aos meus olhos e não consigo em palavras expressar o quão absurdo e ignorante é a beleza do lugar.
Fui avisado por um viajante que já havia estado no dia anterior, que o melhor para ser feito era obter o ticket para Wayna picchu o quanto antes, pois o número de pessoas era limitado; Fomos até o local indicado, e prontamente atendidos, pegamos o “pass” para subir a montanha.
Andamos por mais algumas horas entre as ruínas da cidade, aproveitando sempre para escutar as explicações dadas pelos guias em alguns grupos.

Decidimos por subir Wayna picchu ( a montanha mais alta da foto tradicional de MP), por volta do meio dia; Nas fotos, o início da subida está caracterizada no nariz do guerreiro.

MP têm uma energia diferenciada. De difícil explicação, a recomendação que faço é de ficar sentado admirando a cidade perdida por alguns minutos, ou horas... é algo que só quem já foi lá consegue explicar...

Subida cansativa! No meio dela, encontrei uma cena que me deixou comovido e com mais vontade de continuar viajando... Eram 3 pessoas carregando um cadeirante até o topo mais alto da montanha; 
O ser humano nasce com a sua essência intacta, e ao longo do tempo vai adquirindo experiência, até que em algum momento passa a ter também fontes de rancor... Claro que existem ainda algumas pessoas que não sofreram esta mudança e sua bondade permanece intacta!

No ponto mais alto, tirei algumas fotos e fiquei alguns minutos observando a paisagem.
Depois deste tempo, descemos a montanha e logo partimos de Machu Picchu, de transfer, com direção ao trem para Cuzco, que saia no fim da tarde!




Fim da aventura

















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Quem é o Engenheiro Andarilho

Um louco apaixonado; Um maluco diferente Engenheiro Mecânico por opção e paixão, trilho meu caminho em meio a viagens, cálculos e motores pelas estradas neste mundão véio. Casado com alguém que conseguiu entender um pouco mais do meu modo de pensar, estudo coisas que me fazem refletir sobre a essência dos humanos neste grão chamado Terra. Apaixonado por fotografia, tento de diversas maneiras, através desta arte, motivar as pessoas à descobrirem que a vida que lhe foi concedida não é resumida no pedaço de Terra que ela habita. Muitas coisas estão por vir... Vamos atrás dos nossos sonhos!!! Let´s make it possible